Jane cresceu com grande curiosidade intelectual e uma forte sede de conhecimento. Ainda muito jovem, interessou-se por psicologia, sociologia e outras áreas do conhecimento, enquanto formulava para si um ideal de independência e liberdade.
Ao mesmo tempo, começou a aproximar-se de práticas espiritualistas e ocultistas. Aquilo que inicialmente lhe parecia conhecimento ou descoberta foi sendo acompanhado por experiências que ela própria, depois de sua conversão, passaria a compreender como espiritualmente destrutivas.
Os anos seguintes reuniram conquistas profissionais, relacionamentos, inquietação interior, medo e um sofrimento cada vez mais profundo.
A liberdade que buscara não havia produzido paz. E a ideia que possuía de Deus continuava sendo a de um Criador distante, que existia, mas não se interessava concretamente por sua vida.